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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Americanos mostrando seu desconhecimento Bíblico.

Em 2 Coríntios 4:8-9, a Bíblia diz: "Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos".







Para a maioria dos americanos(estado-unidenses), contudo, o autor dessas afirmações é o personagem de gibi Capitão América ou Martin Luther King Jr., ou ainda o presidente George W. Bush.






Foi o que apurou uma pesquisa feita pela Harris Intercative sob encomenda da Sociedade Bíblica América como parte da programação da passagem dos 10 anos do "11 de Setembro" .






Das 2.572 pessoas ouvidas no começo deste mês, 63% se equivocaram sobre a autoria do referido trecho bíblico.






A maioria (82%) dos entrevistados afirmou que não tem dependido apenas da Bíblia para lidar com o trauma do ataque da Al Qaeda às torres gêmeas de Nova Iorque, recorrendo a outros tipos de apoio.

sábado, 20 de agosto de 2011

Metade dos pastores nunca leram a biblia!

 
   Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados.
 
   Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. “A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.
 
   A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam "complementar"(aspas minhas) renda familiar e acaba tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromisso. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião,são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos ‘pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico’.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Salário de pastores, biblia aprova?

A Bíblia apoia os pastores receberem salário?

Os pastores dizem que é bíblico o "direito" de receberem salário por "trabalharem" para sua Igreja e membros. Porém, se analisarmos realmente a Bíblia, veremos que esta é mais uma falácia gospel.

Analisaremos então os versículos:





Números 18:24"Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão."





Alguns podem dizer que este versículo diz que os pastores devem ganhar um salário. Porém, há um probleminha. Os levitas eram os líderes do Templo e não tinham posse de Terra. Não tinham casa e o que recebiam não era dinheiro como veremos neste versículo:





Números 18:31 "E o comereis em todo o lugar, vós e as vossas famílias, porque vosso galardão é pelo vosso ministério na tenda da congregação."





O dízimo que recebiam eram alimentos doados pelos israelitas e algumas vezes era permitido que comessem um pedaço do boi ou carneiro sacrificado no holocausto.

Este era o padrão da época antes de Jesus.





Eles pegam um versículo para fundamentar a doutrina:





1Timóteo 5:18 "Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário."





Se lermos esse versículo podemos pensar que realmente os pastores devem receber salário. Mas, tempos antes Jesus disse a seus apóstolos:





Lucas 10:4-8 "4Não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; e a ninguém saudeis pelo caminho.



5E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa.

6E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós.

7E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa.

8E, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido."









O "salário" eram alimentos e não o dinheiro dos membros. Este versículo não pode ser usado para apoiar esta "doutrina" como podemos ver.





Ainda usam este:





1 Coríntios 9:14 "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."





Mais uma vez os nossos pastores não se enquadram aqui porque quem anunciava o "evangelho" eram os apóstolos de Jesus. os mesmos que recebiam alimentos.





Mais abaixo o apóstolo Paulo fala o que ele ganhava para evangelizar:





1 Coríntios 9:18 "Logo, que prêmio tenho? Que, evangelizando, proponha de graça o evangelho de Cristo para não abusar do meu poder no evangelho."





Este era o verdadeiro padrão. Evangelizar de graça para as pessoas. Os pastores e suas bandejas dão a volta cada Domingo para seu sermão, vocês tomaram as palavras de Cristo dirigidas aos seus apóstolos missionários, os quais deviam pregar seu evangelho, sem bolsa e sem alforje, e tem-na aplicado (essas palavras) a si mesmos. Olhem os poderes dos Apóstolos:





Mateus 10:8 "Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai."





Algum de vocês ressucita os mortos? Evangeliza de graça?





Mateus 10: 9-10 "9Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos,

10Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento"





Por que os pastores tem relógio de ouro? Por que tem vários ternos caros? Por que recebem salário ao invés de alimento?





Conclusão: Manipulam a Bíblia ao seu interesse próprio. E os que dizem conhecer a "palavra" os sustentam.

Lamentável!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mediunidade na bíblia


Mesmo proibida, pois geralmente era praticada com fins inferiores, a comunicação mediúnica é um fato bíblico.

Realizada pelo site www.irc-espiritismo.org.br
Dentre vários outros, a comunicação com os chamados “mortos” é um dos princípios básicos do espiritismo, inclusive, podemos dizer que é um dos fundamentais, pois foi de onde surgiu todo o seu arcabouço doutrinário.

Na conclusão de O Livro dos Espíritos, Kardec argumenta que: “Esses fenômenos ... não são mais sobrenaturais que todos os fenômenos aos quais a Ciência hoje dá a solução, e que pareceram maravilhosos numa outra época. Todos os fenômenos espíritas, sem exceção, são a conseqüência de leis gerais e nos revelam um dos poderes da Natureza, poder desconhecido, ou dizendo melhor, incompreendido até aqui, mas que a observação demonstra estar na ordem das coisas”.

Essa abordagem de Kardec é necessária, pois apesar de muitos considerarem tais fenômenos como sobrenaturais, enquanto que inúmeros outros os quererem como fenômenos de ordem religiosa, as duas teses são incorretas. A origem deles é espontânea e natural e ocorre conforme as leis que regem não só o contato entre o mundo material e o espiritual, mas toda a complexa interação que mantém o equilíbrio universal. Por isso não precisaríamos relacioná-los, nem mesmo buscar comprovação de sua realidade entre as narrativas bíblicas.


MEDIUNIDADE NA BÍBLIA

Primeiramente, selecionei alguns trechos com relação à sobrevivência do espírito, pois ela é a peça fundamental nas comunicações. Leiamos:

- Quanto a você [Abraão], irá reunir-se em paz com seus antepassados e será sepultado após uma velhice feliz. (Gn.15,15).

- Quando Jacó acabou de dar instruções aos filhos, recolheu os pés na cama, expirou e se reuniu com seus antepassados. (Gn 49,33).

- Eu digo a vocês: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino do Céu junto com Abraão, Isaac e Jacó. (Mt 8,11).

- E, quanto à ressurreição, será que não leram o que Deus disse a vocês: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”? Ora, ele não é Deus dos mortos, mas dos vivos. (Mt 22,31-32).

Podemos concluir dessas passagens que há no homem algo que sobrevive à morte física. Não haveria sentido algum dizer que uma pessoa, após a morte, irá se reunir com seus antepassados, se não se acreditasse na sobrevivência do espírito. Além disso, para que ocorra a possibilidade de alguém poder “sentar à mesa no Reino do Céu junto com Abraão, Isaac e Jacó” teria que ser porque esses patriarcas estão tão vivos quanto nós.

Os relatos bíblicos nos dão conta que o intercâmbio com os mortos era um fato corriqueiro na vida dos hebreus. Por outro lado, quase todos os povos com quem mantiveram contato tinham práticas relacionadas à evocação dos espíritos para fins de adivinhação, denominada necromancia. O Dicionário Bíblico Universal a define com sendo ,.o meio de adivinhação interrogando um morto.

Babilônios, egípcios e gregos a praticavam. Hetiodoro, autor grego do III ou IV século d.C. relata uma cena semelhante àquela descrita em 1Sm (Etíope 6,14). O Deuteronômio atribui aos habitantes da Palestina “a interrogação dos espíritos ou a evocação dos mortos” (18,11). Os israelitas também se entregaram a essas práticas, mas logo são condenadas, particularmente por Saul (lSm 28,38). Mas, forçado pela necessidade, o rei manda evocar a sombra de Samuel (28, 7-25): o relato constitui uma das mais impressionantes páginas da Bíblia. Mais tarde, Isaías atesta uma prática bastante difundida (Is 8,19): parece que ele ouviu “uma voz como a de um fantasma que vem da terra” (29,4). Manasses favoreceu a prática da necromancia (2Rs 21,6), mas Josias a eliminou quando fez sua reforma (2Rs 23,24). Então o Deuteronômio considera a necromancia e as outras práticas divinatórias como “abominação” diante de Deus, e como o motivo da destruição das nações, efetuada pelo Senhor em favor de Israel (18,12). O Levítico considera a
necromancia como ocasião de impureza e condena os necromantes à morte por apedrejamento (19,31; 20,27).

Vejamos mais algumas passagens:

- Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não apreenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor; e por tais abominações o Senhor teu Deus os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o Senhor teu Deus não permitiu tal cousa. (Dt 18,9-14).

Esta passagem diz respeito à adivinhação e à necromancia. Elas se encontram entre as proibições. A preocupação central era proibir qualquer tipo de coisa relacionada à adivinhação, não importando por qual meio fosse realizada, como fica claro pela última passagem onde se diz “... estas nações, ... ouvem os prognosticadores e os adivinhadores...”, reunindo assim todas as práticas a essas duas.



AS COMUNICAÇÕES E SUA PROIBIÇÃO

Por outro lado, a grande questão a ser levantada é: os mortos atendiam às evocações ou não? Se não, por que da proibição? Seria ilógico proibir algo que não acontece. Teremos que tentar encontrar as razões de tal proibição. Duas podemos destacar. A primeira é que os espíritos dos mortos eram considerados, por muitos, como deuses. Levando-se em conta que era necessário manter, a todo custo, a idéia de um Deus único, Moisés, sabiamente, institui a proibição de qualquer evento que viesse a prejudicar essa unicidade divina. As consultas deveriam ser dirigidas somente a Deus, daí, por forças das circunstâncias, precisou proibir todas as outras. A segunda estaria relacionada ao motivo pelo qual iam consultar os mortos. Normalmente, eram para coisas relacionadas ao futuro, como no caso de Saul, que iremos ver logo à frente, ou para situações do cotidiano, quando, por exemplo, do desaparecimento das jumentas de Cis, em que Saul, seu filho, procura um vidente para que ele dissesse onde poderiam encontrá-las.

A figura do profeta aparece como sendo a pessoa que tem poderes para fazer consultas a Deus ou receber da divindade as revelações que deveriam ser transmitidas ao povo. Em razão de querer a exclusividade das consultas a Deus é que Moisés disse “Javé, seu Deus fará surgir, dentre seus irmãos, um profeta como eu em seu meio, e vocês o ouvirão”. (Dt 18,15). Elucidamos essa questão com o seguinte passo: “Em Israel, antigamente, quando alguém ia consultar a Deus, costumava dizer: ‘Vamos ao vidente’. Porque, em lugar de ‘profeta’, como se diz hoje, dizia-se ‘vidente’”(1Sm 9,9). O que é vidente (clarividente) senão quem tem a faculdade de ver os espíritos? Em alguns casos poderá ver inclusive o futuro; daí a idéia de que poderia prever alguma coisa, uma profecia, derivando-se daí, então, o nome profeta. Podemos confirmar o que estamos dizendo aqui nesse parágrafo, peta explicação dada à passagem Dt 18,9-22:

Moisés não era totalmente contra o profetismo (mediunismo), apenas era contrário ao uso indevido que davam a essa faculdade. Podemos, inclusive, vê-lo aprovando a forma com que dois homens a faziam, conforme a seguinte narrativa em Nm 11, 24-30:

- Moisés saiu e disse ao povo as palavras de Iahweh. Em seguida reuniu setenta anciães dentre o povo e os colocou ao redor da Tenda. Iahweh desceu na Nuvem. Falou-lhe e tomou do Espírito que repousava sobre ele e o colocou nos setenta anciães. Quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; porém, nunca mais o fizeram.

- Dois homens haviam permanecido no acampamento: um deles se chamava Eldad e o outro Medad. O Espírito repousou sobre eles; ainda que não tivessem vindo à Tenda, estavam entre os inscritos. Puseram-se a profetizar no acampamento. Um jovem correu e foi anunciar a Moisés: “Eis que Eldad e Medad”, disse ele, “estão profetizando no acampamento”. Josué, filho de Nun, que desde a sua infância servia a Moisés, tomou a palavra e disse: “Moisés, meu senhor, proíbe-os!” Respondeu-lhe Moisés: “Estás ciumento por minha causa? Oxalá todo o povo de Iahweh fosse profeta, dando-lhe Iahweh o seu Espírito!” A seguir Moisés voltou ao acampamento e com ele os anciães de Israel. Fica claro, então, que pelo menos duas pessoas faziam dignamente o uso da faculdade mediúnica (profeta), daí Moisés até desejar que todos fizessem como eles.

Outro ponto importante que convém ressaltar é a respeito da palavra espírito, que aparece inúmeras vezes na Bíblia. Mas afinal o que é espírito? Hoje sabemos que os espíritos são as almas dos homens que foram desligadas do corpo físico pelo fenômeno da morte. Assim, podemos perfeitamente aceitar que, exceto quando atribuem essa palavra ao próprio Deus, todas as outras estão incluídas nessa categoria.

Tudo, na verdade, não passava de manifestações dos espíritos, que muitas vezes eram tomados à conta de deuses, devido a ignorância da época, coisa absurda nos dias de hoje. Isso fica tão claro que podemos até mesmo encontrar recomendações de como nos comportar diante deles para sabermos suas verdadeiras intenções. Citamos: “Amados, não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus,...” (1 Jo 4, 1).



JESUS E AS COMUNICAÇÕES

Disso pode-se concluir que era comum, àquela época, o contato com os espíritos. Podemos confirmar isso com o Apóstolo dos gentios, que recomendou sobre o uso dos “dons” (mediunidade), conforme podemos ver em sua primeira carta aos Coríntios (cap. 14). Neta ele procura demonstrar que o dom da profecia é superior ao dom de falar em línguas (xenoglossia), pois não via nisso nenhuma utilidade senão quando, juntamente, houvesse alguém com o dom de interpretá-las.

Uma coisa nós podemos considerar. Se ocorriam manifestações naquela época, por que não as aconteceria nos dias de hoje? Veremos agora a mais notável de todas as manifestações de espíritos que podemos encontrar na Bíblia, pois ela acontece com o próprio Cristo. Leiamos:

- Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, os irmãos Tiago e João, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. E se transfigurou diante deles: o seu rosto brilhou como o sol, e as suas roupas ficaram brancas como a luz. Nisso lhes apareceram Moisés e Elias, conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra, e disse a Jesus: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se quiseres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias.” Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra, e da nuvem saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho amado, que muito me agrada. Escutem o que ele diz.” Quando ouviram isso, os discípulos ficaram muito assustados, e caíram com o rosto por terra. Jesus se aproxi.mou, tocou neles e disse: “Levantem-se, e não tenham medo.” Os discípulos ergueram os olhos, e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não contem a ninguém essa visão, até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos” (Mt 17,1-9).

Ocorrência inequívoca de comunicação com os mortos, no caso, os espíritos Moisés e Elias, que conversam pessoalmente com Jesus. E aí afirmamos que se fosse mesmo proibida por Deus, Moisés não viria se apresentar a Jesus e seus discípulos, já que foi ele mesmo, quando vivo, quem informou dessa proibição, e nem Jesus iria infringir uma lei divina. Portanto, a proibição de Moisés era apenas uma proibição particular sua ou de sua legislação de época. Os partidários do demônio ficam sem saída nessa passagem, pois não podem afirmar que foi o “demônio” quem apareceu para eles, já que teriam que admitir que Jesus fora enganado.

Podemos ainda ressaltar que, depois desse episódio, Jesus não proibiu a comunicação com os mortos. Apenas disse aos discípulos para não que contassem a ninguém sobre aquela “sessão espírita”, até que acontecesse a sua “ressurreição”. E se ele mesmo disse: “tudo que eu fiz vós podeis fazer e até mais” (Jo 14,12) os que se comunicam com os mortos estão seguindo o exemplo de Jesus. Os cegos até poderão ficar contra, mas os de mente aberta não verão nenhum mal nisso.

Quem já teve a oportunidade de ler a Bíblia, pelo menos uma vez, percebe que ela está recheada de narrativas com aparições de anjos. Na ocasião da ressurreição de Jesus, algumas delas nos dão conta do aparecimento, junto ao sepulcro, de “anjos vestidos de branco” (Jo 20,12; Mt 28,2), enquanto que outras nos dizem ser “homens vestidos de branco” (Lc 24,4; Mc 16,5). Isso demonstra que os anjos são espíritos, e que muitos podem até ter vivido na Terra. Até mesmo os nomes dos anjos são nomes dados a seres humanos: Gabriel, Rafael, Miguel etc.

Podemos concluir que realmente a comunicação com os mortos está presente na Bíblia, por mais que se esforcem em querer tirar dela esse fato.

(Extraído da Revista Cristã de Espiritismo nº 29, páginas 12-17)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Falsas profecias na biblia!!!

falsas profecias, promessas quebradas e citações errôneas na Bíblia!

1   2

Gênesis
Deus diz que se Adão comer da árvore da ciência do bem e do mal, ele morrerá. Mas tarde Adão come da fruta proibida [3:6] e vive durante 930 anos [5:5]. [2:17]
Como castigo pela morte de Abel, Deus diz que Caim será "fugitivo e errante." Um pouco mais a frente, nos versos [16 e 17] Caim se estabelece, se casa, tem um filho e constrói uma cidade. Isto não é atitude que se esperaria de um fugitivo e errante. [4:12]
Deus promete para Abrão e todos os seus descendentes a terra de Canaã. Mas a história e a Bíblia [At 7:5] e [Hb 11:13] mostra que a promessa de Deus para Abrão não foi cumprida. [13:15], [15:18], [17:8], [28:13-14]
Quanto tempo durou o cativeiro no Egito? Este verso diz 400 anos, mas em [Ex 12:40] e [Gl 3:17] dizem 430 anos. [15:13]
"E a quarta geração [dos descendentes de Abraão] tornará para cá." Mas, se nós contamos desde Abraão, então o retorno deles aconteceu depois de sete gerações: Abraão, Isaque [21:1-3], Jacó [25:19-26], Levi [35:22-23], Coate [Ex 6:16], Anrão [Ex 6:18] e Moisés [Ex 6:20]. [15:16]
Deus promete para os descendentes de Abrão as terras desde o Nilo até o Eufrates. Mas de acordo com [At 7:5] e [Hb 11:13] a promessa de Deus para Abrão não foi cumprida. [15:18]
Deus promete fazer os descendentes de Isaque tão numerosos quanto "as estrelas dos céus" que, claro, nunca aconteceu. Os judeus sempre foram uma pequena minoria. [26:4]
Deus renomeia Jacó duas vezes [32:28] e [35:10]. Deus diz que Jacó será chamado de Israel daqui em diante, mas a Bíblia continua chamando-o de Jacó [47:28-29]. E o próprio Deus o chama de Jacó em [46:2]. [32:28], [35:10]
Deus chama Jacó de Jacó, embora ele tenha dito [32:28] e [35:10] que seu nome não seria mais Jacó, e sim Israel. [46:2]
Deus promete devolver Jacó ao Egito, mas Jacó já estava no Egito. [47:28-29] [46:3]
A tribo de Judá reinará "até que venha Siló", mas o primeiro rei de Israel (Saul) era da tribo de Benjamim [At 13:21], e a maior parte do tempo depois desta profecia não houve nenhum rei. [49:10]
Ao contrário do que diz a profecia em [48:21], José morreu no Egito, não em Israel. [50:24]
 
Êxodo
Deus promete expulsar muitas nações, inclusive os cananeus e os jebuseus. Mas ele não pôde cumprir a promessa. [33:2]
Neste verso diz que Deus escreverá nas tábuas de pedra, mas em [34:27] ele diz para Moisés escrever. [34:1]
 
Deuteronômio
Deus promete expulsar sete nações, inclusive os amorreus, cananeus e os jebuseus. Mas ele não pôde cumprir a promessa. [7:1]
Aqueles que agem como Deus quer nunca serão estéreis (nem as vacas deles!) e nunca adoecerão. [7:14-15]
Deus diz que os israelitas destruirão todas as pessoas que encontrarem. Mas de acordo com Josué [15:63], [16:10], [17:12-13] e Juízes [1:21], [1:27-36], [3:1-5] havia algumas pessoas que eles não puderam matar. [7:24]
Os profetas e sonhadores serão executados se eles disserem ou sonharem coisas erradas. [13:1-5]
Falsos profetas serão (adivinhe) executados. Como você sabe quem é um falso profeta? Se suas predições se tornam realidade ou não. (Mostre isto para um Testemunha de Jeová!) [18:20]
Deus promete que "destruirá estas nações diante de ti." Mas ele não manteve a promessa. Veja em Josué [15:63], [16:10], [17:12-13] e Juízes [1:21], [1:27-36], [3:1-5]. [31:3-6]
 
Josué
Deus promete dar para Josué "todo lugar que pisar a planta do vosso pé." Ele diz que nenhuma pessoa poderá resistir a ele. Mas eu acho que Deus não manteve a sua promessa, já que muitas tribos resistiram a tentativa de Josué de roubar-lhes a terra. [1:3-5]
Josué fala aos israelitas que Deus "lançará de diante de vós" os cananeus e os jebuseus. Mas tarde, a Bíblia nos diz que ele não pôde "lançá-los" para lugar nenhum. [3:10]
Este verso diz que Ai nunca foi ocupada novamente depois de destruída por Josué. Mas Neemias [7:32] cita Ai entre as cidades de Israel no cativeiro babilônico. [8:28]
Deus prometeu aos israelitas que expulsaria todos os habitantes das terras por onde eles passaram. Mas este verso mostra que ele não manteve a promessa já que ele não pôde expulsar os jebuseus. [15:63]
"E não expeliram os cananeus." Uma vez mais Deus falha em sua promessa de destruir todas as pessoas que os israelitas encontraram. [16:10]
Os israelitas, ao contrário da promessa de Deus, não conseguiram expulsar os cananeus. [17:12-13]
Josué conta para Manassés que ele poderá expulsar os cananeus, mas ele (veja em  [Jz 1:27-28]) não pôde fazer isto. [17:17-18]
De acordo com estes versos, Deus cumpriu a sua promessa de dar aos israelitas todas as terras que eles encontraram. Mas em vários lugares da Bíblia nos fala que estas promessas não foram mantidas. [21:43-45]
 
Juízes
Deus prometeu muitas vezes que ele expulsaria todos os habitantes das terras que eles encontraram. Mas o que mostra estes versos é que Deus não manteve a sua promessa já que ele não pôde expulsar os cananeus. [1:21], [1:27-30], [3:1-5]
 
II Samuel
Deus diz que o reino de Salomão durará para sempre. E é claro que não aconteceu. O reino foi completamente destruído aproximadamente 400 anos após a morte de Salomão, e nunca foi reconstruído. [7:13], [7:16]
 
I Reis
Deus põe "um espírito da mentira" na boca dos seus profetas. [22:22]
 
II Reis
Deus promete que Josias terá uma morte calma. Mas a morte de Josias foi qualquer coisa menos calma [II Rs 23:29-30], [II Cr 35:23-24]. [22:20]
Em Jeremias [34:4] Deus conta para Zedequias que ele morrerá em paz e será enterrado com seus pais. Mas em [Jr 52:10-11] diz que ele teve uma morte violenta em uma terra estrangeira. [25:7]
 
II Crônicas
Dizer que Salomão foi o rei mais sábio e mais rico que já viveu e viverá, é no mínimo um exagero. Então esta também é uma falsa profecia. [1:12]
Deus põe mentiras na boca dos profetas e fala mal das pessoas. [18:21-22]
Josias morreu de uma ferida de flecha em batalha, não "em paz" como é prometido em [II Rs 22:20]. [35:23]
 
Salmos
Citado erroneamente em [Mt 13:35]. [78:2-3]
"Fiz um concerto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração." Mas os reinados após Davi terminaram com Zedequias; não havia nenhum durante o cativeiro babilônico, e não há nenhum hoje. [89:3-4], [89:34-37]
 
Isaías
Deus disse para Isaías contar a Acaz (o rei de Judá), que não estava interessado em Rezim (o rei de Síria) ou Peca (o rei de Israel). Mas de acordo com [II Cr 28:5-6], "o SENHOR, seu Deus, o entregou (Acaz) nas mãos do rei dos siros, os quais o feriram e levaram dele em cativeiro uma grande multidão de presos, que trouxeram a Damasco; também foi entregue nas mãos do rei de Israel, o qual o feriu com grande ferida." [7:3-7]
Aqui há um erro de tradução, onde a palavra hebréia "almah" significa "mulher jovem" não necessariamente "virgem". (A palavra "bethulah", significa "virgem".) Além disso, a mulher jovem referida neste verso estava vivendo na hora da profecia. E Jesus, é claro, foi chamado de Jesus - e não é chamado de Emanuel em nenhum verso do Novo Testamento. [7:14]
Estes versos falsamente predizem que a Babilônia nunca será habitada novamente. [13:19-20]
Feras viverão nos palácios babilônicos e sátiros dançarão lá. [13:21-22]
Este verso profetiza que Damasco será completamente destruída e não mais habitada. Acontece que Damasco nunca foi completamente destruída e é uma das mais velhas cidades continuamente habitadas. [17:1]
O rio do Egito (provavelmente o Nilo) secará. Isto nunca aconteceu. [19:5]
"E a terra de Judá será um espanto para o Egito." Judá nunca invadiu o Egito e nunca foi uma ameaça militar para o Egito. [19:17]
Este verso prediz que haverá cinco cidades no Egito que falarão "a língua de Canaã." Mas esta língua nunca foi falada no Egito, e está extinta a muito tempo. [19:18]
Estes versos predizem que os egípcios adorarão o Deus (dos israelitas) com sacrifícios e ofertas. Mas o judaísmo nunca foi uma religião importante no Egito. [19:18-21]
Estes versos predizem que haverá uma aliança entre o Egito, Israel e Assíria. Mas nunca houve tal aliança, e é improvável que haja, já que a Assíria não existe mais. [19:23-24]
"O sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte." Não se pode mais confiar num profeta bêbedo. [28:7]
Citado erroneamente em [Rm 9:33]. [28:16]
"E será a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol, sete vezes maior." Bem, esta é uma profecia que nunca se tornará realidade, já que a lua não tem luz própria, ela só reflete a luz recebida do sol, e nunca poderia brilhar como o sol. E o sol não vai, pelo menos enquanto houver humanos para ver isto, brilhar 7 vezes mais. [30:26]
"Nunca mais entrará em ti [Jerusalém] nem incircunciso nem imundo." Mas muitas pessoas incircuncisas visitaram e ocuparam Jerusalém depois que esta profecia foi feita. [52:1]
As nações que não servirem Israel perecerão. [60:12]
 
Jeremias
Jeremias profetiza que todas as nações da terra abraçarão o judaísmo. Isto não aconteceu. [3:17]
Aparentemente, os profetas que trazem boas notícias enfurecem a Deus. Assim ele os matará. [5:12-13]
"Os profetas profetizam falsamente." Infelizmente, nós não podemos diferenciar entre os verdadeiros e falsos profetas. [5:31]
Deus fará de Jerusalém "morada de dragões." [9:11]
Judá se tornará uma morada de dragões. [10:22]
Deus reclama que "os profetas profetizam falsamente em meu nome". Isto significa que Isaías, Daniel e Jeremias estavam profetizando mentiras? [14:14]

Deus destruirá com a fome e pela espada aqueles que são enganados pelos profetas, como também os próprios profetas. [14:15-16]
Mateus [1:12] lista Jeconias como um antepassado de Jesus - o qual, de acordo com esta profecia, desqualifica Jesus como o Messias. [22:28-30]
Deus acha que alguns profetas e sacerdotes estão contaminados. Como Jeremias, talvez? [23:11]
Deus diz que vai castigar Nabucodonosor e os babilônicos pelo que fizeram ao seu povo - embora o próprio Deus foi quem fez os babilônicos atacarem e escravizarem Judá! Como parte do castigo, Deus visitará a terra dos babilônicos e "farei deles um deserto perpétuo." Uma falsa profecia, já que o atual Iraque é totalmente ocupado. [25:12]
Deus mata Hananias por profetizar falsamente. [28:16-17]
Mateus [2:17-18] cita este verso, reivindicando que esta era a profecia da matança das crianças alegada à Herodes perto de Belém depois do nascimento de Jesus. Mas esta passagem recorre ao cativeiro babilônico, e fica claro lendo os próximos dois versos [16 e 17], que não tem nada a ver com o massacre de Herodes. [31:15]
Citado erroneamente em [Hb 8:9]. [31:32]
"Nunca faltará a Davi varão que se assente sobre o trono da casa de Israel." Mas os reinados após Davi terminaram com Zedequias; não havia nenhum durante o cativeiro babilônico, e não há nenhum hoje. [33:17]
Deus mente novamente para Zedequias lhe falando que ele morrerá em paz e será enterrado com seus pais. Mas ele [II Rs 25:7] e [Jr 52:10-11] teve uma morte violenta em uma terra estrangeira. [34:5]
O começo do fim para Zedequias. Apesar das garantias de Deus [34:5] que ele morreria em paz e em casa, aqui Zedequias assiste seus filhos serem mortos e então seus olhos são arrancados e ele é algemado e levado para a Babilônia. Também, sua cidade é queimada aqueles que restaram são escravizados. [39:6-9]
Todos aqueles que se mudarem para o Egito morrerão pela espada, fome ou pestes, "e deles não haverá quem reste e escape do mal que eu (Deus) farei vir sobre eles." Mas muita gente, inclusive judeus, se mudaram para o Egito e a maioria parece ter escapado do mal prometido por Deus. [42:15-18], [42:22]
Jeremias prediz que nenhum humano viverá novamente em Hazor, e que será moradia de dragões. Mas as pessoas ainda vivem lá e nunca foram vistos dragões. [49:33]
Deus profetiza que a Babilônia nunca será habitada novamente. Mas ela foi sempre habitada desde que esta profecia foi feita, e ainda está habitada hoje. [50:39]
Deus diz que a Babilônia será sempre desolada e despovoada. Ele diz que só dragões viverão lá. Mas a Babilônia está livre de dragões e continuamente habitada desde então. [51:26], [51:29], [51:37], [51:43], [51:62], [51:64]
Deus prometeu a Zedequias [34:5] que ele morreria em paz e seria enterrado com os seus pais. Mas aqui nós vemos que ele teve uma morte miserável numa terra estrangeira. [52:10-11]
 
Lamentações
Os profetas não estão tendo notícias de Deus? Isso é uma coisa permanente? [2:9]
Profetas têm visões vãs e tolas. [2:14]
 
Ezequiel
Deus diz, "Chegaram os dias e a palavra de toda visão." Assim, estão próximos os dias que todas as visões irão passar? Isso ainda não aconteceu. E no próximo verso, outra mentira: "Porque não haverá mais nenhuma visão vã, nem adivinhação lisonjeira, no meio da casa de Israel." Como na haverá mais "visão vã", se a Bíblia está cheia delas, antes e depois de Ezequiel. [12:23-24]
Ezequiel profetiza (no século 6 A.C.) que ninguém mais lembrará dos amonitas. Eles continuaram existindo até o século 2 D.C. (e são ainda lembrados na Bíblia). [21:28-32]
Ezequiel profetiza que Tiro será completamente destruída por Nabucodonosor e nunca será reconstruída novamente. Mas não foi destruída, como comprovado pelas visitas de Jesus e Paulo [Mt 15:21], [Mc 7:24], [7:31], [At 21:3]. [26:14], [26:21]
Ezequiel repete a falsa profecia da destruição de Tiro. (Veja [Mt 15:21], [Mc 7:24], [7:31], [At 21:3]). [27:36]
Mais uma vez Ezequiel repete a falsa profecia da completa destruição de Tiro. [28:19]
Ezequiel traz a promessa de Deus que Israel viverá segura em sua pátria, e nunca será atormentada novamente por nações vizinhas. É só olhar o jornal para ver que isto não foi cumprido. Os israelitas se espalharam pelo mundo e foram atormentados por várias nações, inclusive os romanos e turcos. Recentemente os problemas são com os palestinos e as nações árabes vizinhas. Israel não teve paz e ao que parece, não vai ter tão cedo. [28:24-26]
Ezequiel faz outra falsa profecia: que o Egito não seria habitado por humanos ou animais durante quarenta anos depois de destruído por Nabucodonosor. Mas nunca houve algum momento em que o Egito fosse despovoado. Os humanos e animais viveram lá continuamente desde a profecia de Ezequiel. [29:10-13]
"Mais baixo se fará do que os outros reinos (o Egito) e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações." Mas o Egito permaneceu uma importante e poderosa nação. [29:14-15]
"Está perto o dia do SENHOR, dia nublado; o tempo dos gentios ele será." Deus planeja acabar com os pagãos. Quando? Logo. [30:3]
Os rios do Egito (provavelmente o Nilo também) secarão. Isto nunca aconteceu. [30:12]
Mais uma vez, Ezequiel profetiza que Deus protegerá os israelitas de invasões e saques como um pastor protege o seu rebanho. Novamente, nós sabemos que isto não aconteceu. [34:28-29]
Contra fatos não há argumentos, não há como crer na biblia como sendo a "palavra de Deus"!