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terça-feira, 21 de junho de 2011

Caso Mirassol

O Caso Mirassol refere-se à suposta abdução do segurança brasileiro Antonio Carlos Ferreira, ocorrida em uma fábrica de móveis em Mirassol, São Paulo - seu local de trabalho - no dia 28 de julho de 1979.

Os encontros

De acordo com seu relato, Antonio estava em seu local de trabalho às 3 da manhã, quando três figuras humanóides se aproximaram e o tranquilizaram com uma arma que disparava raios de luz. Os seres então teriam levado-o a uma pequena nave que o carregou a uma nave maior. Uma vez no interior da nave, Antonio diz ter sido posicionado de frente a um dispositivo semelhante a uma televisão e viu uma série de imagens, antes de ser forçado a fazer sexo com uma alienígena feminina. Depois, ele foi tranquilizado novamente e levado de volta ao local de onde foi raptado.
Antonio descreveu seus raptores como seres de cerca de 1,20 metros de altura com orelhas pontudas, olhos salientes e bocas humanas. Eles não possuíam sobrancelhas ou cílios e falavam em uma língua levemente parecida com japonês.  Alguns também foram descritos como claros de pele e tinham cabelos negros, compridos e longos. ele descreveu a nave como esférica com três pernas na parte de baixo, com um interior iluminado por luzes vermelhas e verdes, que ficavam mais intensas conforme se aproximavam do teto da espaçonave.
Antonio diz ter encontrado os alienígenas de novo em 1982. Dessa vez, a nave teria pousado perto dele, e a mulher com quem ele fez sexo e uma aparente criança alienígena o observaram.  Antonio ainda diz ter tido mais um encontro no final daquele ano, no qual ele foi novamente levado ao interior de uma nave por um raio de luz verde antes de ter uma substância amarelada injetada em seu corpo. Encontrou-se então com os dois alienígenas de antes (a mulher e a criança), e desconfiou que a criança era seu filho. . Outros encontros se sucederam, totalizando 16 casos no período de 1979 a 1989.

Et de Varginha

Incidente de Varginha

Esta caixa d'água com o formato de um disco voador no centro de Varginha lembra o incidente
O Incidente de Varginha ou et de varginha é como ficou conhecido pela imprensa brasileira sobre uma possível aparição de objetos voadores não identificados (neste caso, naves espaciais, ou discos voadores de uma civilização extraterrestre) e de captura de criaturas extraterrestres de alto nível de civilização pelas autoridades brasileiras no dia 20 de janeiro de 1996, na cidade de Varginha, sul do Estado de Minas Gerais, conhecida como centro da região produtora de café. Segundo uma testemunha as autoridades brasileiras já sabiam antecipadamente através da NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) que um OVNI iria invadir o espaço aéreotelevisão foram montados com base nas entrevistas locais pelos jornalistas e não apresentaram provas físicas. A transmissão pelos programas de televisão fez a cidade de Varginha famosa, como a "Terra do ET", e vem trazendo um número elevado de turistas. brasileiro (9 dias antes do incidente de Varginha) e que sobrevoaria a região do sudeste de Minas Gerais. Os programas de

Informações transmitidas

Os programas de televisão e páginas da Internet transmitiram as seguintes informações sobre o Incidente de Varginha.
As irmãs Liliane Silva e Valquíria Silva, além da amiga mais velha de ambas, Kátia Xavier, ao passarem próximas a um terreno baldio no bairro Jardim Andere, afirmaram terem visto uma das tais criaturas, que teria pele marrom, viscosa, olhos enormes de cor vermelha e três protuberâncias na parte superior da cabeça, que era bastante volumosa. As três garotas, visivelmente abaladas emocionalmente, reafirmaram este relato diversas vezes, chegando a mãe das duas irmãs a afirmar, algum tempo depois, ter a sua família sido submetida a uma tentativa de suborno de um agente que não se identificou, para que não mais levassem a história adiante.
A mídia informou que várias testemunhas afirmam que no mesmo dia em que as três meninas teriam visto a tal criatura, também notaram uma movimentação anormal de patrulhas da PM, veículos do Exército e do Corpo de Bombeiros pela cidade. Um casal de testemunhas que também não tinham qualquer tipo de ligação com as primeiras também afirmaram terem visto um OVNI esfumaçado, e uma testemunha afirmou ter presenciado até a queda de um OVNI e a seus destroços sendo recolhidos por militares, em outros locais na mesma região de Varginha.
Conforme os programas de televisão e as home pages que apareceram depois do Incidente de Varginha, a criatura extraterrestre possui as seguintes características:
  • Cabeça grande e careca;
  • Olhos grandes, vermelhos e sem pupila.
  • Língua preta, estreita e comprida
  • Três pequenas saliências na cabeça parecidas com chifres, um no meio e dois ao lado.
  • Pele marrom ou castanho e escura, coberta por uma oleosidade brilhante
  • Veias salientes e vermelhas no rosto, ombro e braços.
  • Três dedos nas mãos e pés grandes com dois dedos e sem unhas
  • Aproximadamente 1,60 m de altura
  • Produzia um som parecido com zumbido de abelha
Esses características correspondem àquelas do "Gray", um tipo famoso do extraterrestre comentado pelos ufólogos americanos.

Visita do ET não foi confirmada

Após o Incidente de Varginha, surgiram muitas home pages que vêm divulgando informações exageradas com ilustrações e fotos que não estão relacionadas diretamente ao referido incidente[1][2]. Por outro lado as autoridades, como o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do local, negam constantemente as informações paranormais transmitidas pelas emissoras de TV, apesar do relato de uma suposta morte não explicada de um dos militares envolvidos na operação. O incidente foi pesquisado cientificamente pela Universidade de São Paulo como uma parte de uma tese de mestrado de sociologia. A referida tese concluiu que a visita do ET à Varginha não pode ser acreditada como uma ocorrência real devido à ausência de provas físicas. O incidente inspirou a novela de ficção "E a Terra parou novamente - O caso dos ETs de Varginha" (Atual Editora), do escritor e jornalista Jorge Fernando dos Santos, que chegou a investigar a ocorrência. A história virou uma lenda urbana e hoje é considerada como uma história folclórica com o nome "ET de Varginha".
Uma investigação realizada pelo exército brasileiro, finalizada em 1997 e cujo resultado foi levado a público pela mídia em Outubro de 2010, concluiu que o incidente não passaria de um mal entendido. 
Luiz Antônio de Paula (conhecido como Mudinho) vivia com sua família em frente ao terreno do suposto avistamento. Este homem, portador de deficiência mental, é conhecido em Varginha e tem o hábito de ficar agachado coletando pequenos objetos do chão. No dia do incidente, as testemunhas o avistaram agachado num canto do terreno, sujo de lama devido a chuva e entraram em pânico. Na realidade, as três jovens teriam confundido Mudinho com uma "criatura alienígena." 

Efeitos sócio-econômicos

Por outro lado, o Incidente de Varginha trouxe efeitos sócio-econômicos à cidade de Varginha. Os bonecos na forma de Gray com o uniforme de famosos times de futebol estão em venda nas avenidas. Graças à transmissão da televisão, muitos turistas estão visitando a "Terra do ET." Foram construídos pontos de ônibus em formatos de naves espaciais e uma enorme caixa d'águavacinação, segurança do trânsito, etc., além da promoção de turismo.

Caso Roswell

O Caso Roswell, ou Incidente em Roswell diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell (Novo México, EUA), onde um OVNI teria caído.

O incidente

No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos) o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador: RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete.
A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentia a história: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão meteorológico.
Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiroWilliam "Mac" Brazel, que deu uma entrevista ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 14 de junho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon de 8 anos, deparou-se a cerca de 12 quilômetros do rancho em que vivia com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a sua mulher e a sua filha Bessie de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3.000 dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes. chamado
Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de ufos nas semanas seguintes (hoje acredita-se que o que Arnold viu foram na verdade pássaros migrando).
Em 7 de julho de 1947 Brazel dirigiu-se até delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Jesse Marcel, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.
Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.

Os mitos de Roswell

A história do disco acidentado jazia esquecida até 1978, quando o físico nuclear Stanton Terry Friedman ouviu falar de Jesse Marcel, sobre quem pairavam rumores de já ter tocado um disco voador. Friedman o procurou. Inicialmente as informações de Marcel eram escassas demais para serem de alguma utilidade a Friedman, mas aos poucos ele e outros pesquisadores foram obtendo mais informações e descobrindo outras testemunhas. Enquanto isso, Friedman conseguiu que uma entrevista com Marcel fosse publicada no tablóide National Enquirer, onde Marcel afirmava que nunca tinha visto nada como o material encontrado em Roswell, que acreditava ser de origem extraterrestre. Assim o assunto Roswell voltou às manchetes e Marcel virou uma celebridade no mundo da ovniologia.
Baseando-se em relatos de diversas testemunhas descobertas a partir da volta do Caso Roswell às manchetes, pesquisadores publicaram os primeiros livros defendendo a tese de que os destroços de 1947 eram de uma nave alienígena. São exemplos The Roswell Incident (1980), de Charles Berlitz e William Moore; UFO crash at Roswell (1991) e The truth about the UFO crash at Roswell (1994), de Kevin Randle e Donald Schmitt e Crash at Corona, de Don Berliner e Stanton Terry Friedman (1997).
Ainda que divergissem alguns detalhes, as teorias apresentadas nesses livros seguiam a mesma lógica básica. Os destroços encontrados em Roswell seriam de uma nave alienígena que, por algum motivo desconhecido, teria se acidentado. Ao identificarem os destroços, os militares americanos teriam iniciado uma campanha de desinformação para acobertar a verdadeira origem do material, apresentando a versão oficial de que seriam restos de um balão meteorológico. O material teria sido na verdade encaminhado para análise em instalações secretas de pesquisa e escondido do público.
Variações encontradas nas teorias incluem os locais onde teriam sido encontrados destroços, o número de naves que teriam se acidentado, a quantidade de destroços encontrados, a existência ou não de corpos de alienígenas e seu número, bem como a descrição dos materiais.
Stanton Friedman publicou mais tarde, no livro Top Secret/Majic, o que seriam evidências documentais da existência de um grupo governamental clandestino dedicado exclusivamente a acobertar o incidente de Roswell. Este grupo, constituído por doze pessoas e chamado de “Majestic 12”, coordenaria todos os estudos secretos sobre os destroços e os corpos de alienígenas recuperados. Infelizmente para Friedman, investigações do FBI e uma análise independente de Joe Nickell, proeminente investigador cético de fenômenos paranormais, provaram que os documentos são completamente falsos. Uma das maiores evidências disso é que foi encontrada uma carta original do Presidente Harry Truman, de 1 de outubro de 1947, cuja assinatura foi fotocopiada e reproduzida pelo(s) falsário(s) nos documentos MJ-12

Os documentos oficiais

Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado.
No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.
Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados, em especial o professor Charles B. Moore, que era o engenheiro-chefe do projeto. Inicialmente baseados na Universidade de Nova Iorque, os pesquisadores se mudaram para a base de Alamogordo, Novo México, de onde os balões eram lançados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões ia um alvo de radar - uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel alumínio - utilizada para rastrear os balões após o lançamento.
A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.
De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.
Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).
Atualmente, bonecos de testes são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.
Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.
Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metalica de textura muito fina. No entanto, é comum diversos ufólogos considerarem esse documento como prova da autenticidade do Caso Roswell. Ocorre que o documento se refere não ao Caso Roswell, mas ao Caso Aztec, comprovadamente, uma fraude.

Encerramento do caso

Toda a discussão sobre o que aconteceu em Roswell gira em torno de informações obtidas de testemunhas. Estas testemunhas guardaram suas histórias por décadas, só aparecendo após o assunto receber destaque na imprensa e, em alguns casos, apenas repassavam relatos ouvidos de terceiros. O longo espaço de tempo entre o incidente e os relatos inevitavelmente diminuiu a sua exatidão e algumas testemunhas, como os filhos de Mac Brazel e do Major Jesse Marcel, eram crianças na época. Como todos os depoimentos e contradições foram explicados, o caso pode ser considerado finalmente encerrado.