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terça-feira, 31 de março de 2015

DEUSES BRASILEIROS - PANTEÃO NACIONAL


Sabemos tanto dos outros deuses (gregos, egípcios e romanos) que tenho até vergonha de dizer que muitos de nós ainda desconhecem alguns desses deuses da nossa cultura.
Tupã é o autor do trovão e dos relâmpagos, sendo o criador do raio, tal onipresença celeste confere a este um poder significativo na mitologia Tupinambá.
JACI, a formosa deusa Jaci, a Lua, a Rainha da Noite que traz suavidade e encanto para a vida dos homens.
No início de todas as coisas, Tupã criou o infinito cheio de beleza e perfeição. Povoou de seres luminosos o vasto céu e as alturas celestes, onde está seu reino. Criou então, a formosa deusa Jaci, a Lua, para ser a Rainha da Noite e trazer suavidade e encanto para a vida dos homens. Mais tarde, ele mesmo sucumbe ao seu feitiço e a toma como esposa. Jaci era irmã de Iara, a deusa dos lagos serenos.
Guaraci ou Quaraci na mitologia tupi-guarani é a representação ou deidade do Sol, às vezes compreendido como aquele que dá a vida e criador de todos os seres vivos, tal qual o sol é importante nos processos biológicos. Também conhecido como Coaraci. É identificado com o deus hindu Brahma e com o egípcio Osíris.
Yorixiriamori - Esse deus deixava as mulheres encantadas com seu canto,o que despertou a inveja nos homens,que tentaram matá-lo. O deus fugiu sob a forma de um pássaro. É um personagem do mito “A Árvore Cantante”, dos Ianomâmis. Essa árvore desapareceu depois da fuga da divindade.
Anhangá - Deus do inferno e inimigo de Tupã. Pode se transformar em vários animais, e quando aparece para alguém é sinal de má-sorte.
Ceuci - Deusa protetora das lavouras e das moradias, seu filho Jurupari, mesmo nome de um peixe brasileiro, nasceu do fruto da Cucura-purumã, árvore que simboliza o bem e o mal na mitologia Tupi-guarani.
Akuanduba - Divindade dos índios araras, tocava a sua flauta para por ordem no mundo.
Wanadi - Deus dos iecuanas, ele criou três seres para gerarem o mundo. Os dois primeiros cometeram um erro, e criaram uma criatura defeituosa,que representa os males do mundo. O terceiro concluiu o ato da criação.
Yebá Bëló - Conhecida também como “A mulher que apareceu do nada”, é uma divindade do mito de criação dos índios dessanas. Segundo eles,os seres humanos surgiram das folhas de coca (ipadu), que ela mascava.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Confederação do equador

A Confederação do Equador foi um movimento político ocorrido em 1824 no nordeste brasileiro. Começando em Pernambuco, ampliou-se rapidamente para outras províncias da região, como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Em síntese, a Confederação do Equador - que ganhou esse nome em referência à proximidade do centro do conflito com a linha do Equador - foi um movimento contrário à centralização do poder imperial. Daí, portanto, seu caráter revolucionário e, no extremo, seu aspecto independentista com relação ao Brasil.

O movimento tinha ligações com outros dois episódios importantes ocorridos na mesma região, embora destes não fosse mero reflexo: a Revolução Pernambucana de 1817 e o Movimento Constitucionalista de 1821. Juntos, os dois haviam ajudado a concretizar em práticas políticas e sociais o ideário liberal - que se contrapunha à centralização do poder imperial - e a luta pela independência, num contraponto ao domínio exercido pelo Rio de Janeiro sobre as demais províncias.

Contra a centralização e o autoritarismo

Naquele início de século 19, Pernambuco expressava bem os interesses político-econômicos ligados, de um lado, à manutenção da influência portuguesa sobre o Brasil, e, de outro, ao afastamento do segundo em relação ao primeiro.



A elite agrária produtora de cana-de-açúcar, por exemplo, queria garantir a continuidade das relações com Portugal. Em contraste, a aristocracia rural, ligada ao cultivo do algodão e articulada ao processo da Revolução Industrial, era favorável às medidas liberalizantes. A transferência da Corte para o Brasil, em 1808, e as medidas tomadas a partir de então, favoreceram esse segundo grupo.



O ponto alto dessa separação entre Brasil e Portugal foi a declaração da Independência, em 1822. Contudo, o processo de elaboração da primeira constituição brasileira mostrou não apenas a grande influência que os portugueses ainda tinham sobre a vida política brasileira - a começar pelo fato de o primeiro imperador ser português - como também revelou a tendência à centralização do poder, ao invés de sua partilha. O ideário liberal perdia espaço. O fechamento da Assembleia Nacional Constituinte e a outorga da Carta Magna de 1824 por D. Pedro 1° foram expressões desse processo.



Logo após a Independência, formou-se um novo governo em Pernambuco, chamado de "Junta dos Matutos", que contava com a participação dos dois grupos da elite rural pernambucana.



Após a dissolução da Assembleia Constituinte, um dos membros da Junta, Francisco Paes Barreto, foi nomeado pelo imperador para o cargo de governador. Ocorre que outro político, Manuel Carvalho Pais de Andrade, já havia sido eleito pela província. Estava aberto, assim, o conflito entre o Império e Pernambuco.

Ampliação e derrota do movimento

A revolta explodiu depois de sucessivos episódios ocorridos após a outorga da Constituição, em março de 1824. Em julho do mesmo ano, Pais de Andrade lançou um manifesto de caráter revolucionário. Em Pernambuco, o movimento teve um aspecto popular e fundamentalmente urbano. Contou também com o apoio da intelectualidade local.



As ideias e propostas expressas pelo movimento logo ganharam apoio de outras províncias do Nordeste, inseridas, por sua vez, num quadro político-social muito semelhante ao de Pernambuco. A Confederação do Equador se formou quando aos pernambucanos se juntaram as províncias do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.



Entre as medidas tomadas pela Confederação do Equador estava a convocação de uma Assembleia Constituinte, a elaboração de um projeto constitucional com base na Carta colombiana (então considerada uma das mais liberais da região), a proposta de extinção do tráfico negreiro e a organização de forças populares de resistência à repressão imperial.



A formação de um governo independente expressava o descontentamento com o centralismo nos primeiros anos pós-Independência. As medidas tomadas pela Confederação, contudo, acabaram levando à divisão do próprio movimento.



Por outro lado, a dura repressão articulada pelo poder central foi decisiva para que o movimento tivesse vida curta. Vários líderes da Confederação do Equador foram condenados ao fuzilamento - caso de Frei Caneca. Outros, como Cipriano Barata, continuaram presos durante algum tempo.



Ainda assim, a Confederação do Equador foi um movimento importante na história do Brasil, pois extrapolou a simples conspiração, existindo concretamente (ainda que por pouco tempo), e se diferenciou dos outros movimentos independentistas da época pela ampla participação popular que registrou.

Guerra do Paraguai

Introdução



A Guerra do Paraguai teve seu início no ano de 1864, a partir da ambição do ditador Francisco Solano Lopes, que tinha como objetivo aumentar o território paraguaio e obter uma saída para o Oceano Atlântico, através dos rios da Bacia do Prata. Ele iniciou o confronto com a criação de inúmeros obstáculos impostos às embarcações brasileiras que se dirigiam a Mato Grosso através da capital paraguaia.



Causas



Visando a província de Mato Grosso, o ditador paraguaio aproveitou-se da fraca defesa brasileira naquela região para invadi-la e conquistá-la. Fez isso sem grandes dificuldades e, após esta batalha, sentiu-se motivado a dar continuidade à expansão do Paraguai através do território que pertencia ao Brasil. Seu próximo alvo foi o Rio Grande do Sul, mas, para atingi-lo, necessitava passar pela Argentina. Então, invadiu e tomou Corrientes, província Argentina que, naquela época, era governada por Mitre.



Reação da Tríplice Aliança



Decididos a não mais serem ameaçados e dominados pelo ditador Solano Lopes, Argentina, Brasil e Uruguai uniram suas forças em 1° de maio de 1865 através de acordo conhecido como a Tríplice Aliança. A partir daí, os três paises lutaram juntos para deterem o Paraguai, que foi vencido na batalha naval de Riachuelo e também na luta de Uruguaiana.



Batalhas e liderança de Duque de Caxias






Esta guerra durou seis anos; contudo, já no terceiro ano, o Brasil via-se em grandes dificuldades com a organização de sua tropa, pois além do inimigo, os soldados brasileiros tinham que lutar contra o falta de alimentos, de comunicação e ainda contra as epidemias que os derrotavam na maioria das vezes. Diante deste quadro, Caxias foi chamado para liderar o exército brasileiro. Sob seu comando, a tropa foi reorganizada e conquistou várias vitórias até chegar em Assunção no ano de 1869. Apesar de seu grande êxito, a última batalha foi liderada pelo Conde D`Eu (genro de D. Pedro II). Por fim, no ano de 1870, a guerra chega ao seu final com a morte de Francisco Solano Lopes em Cerro Cora.



Motivos da participação da Inglaterra



Antes da guerra, o Paraguai era uma potência econômica na América do Sul. Além disso, era um país independente das nações européias. Para a Inglaterra, este país era um exemplo que não deveria ser seguido pelos demais países latino-americanos, que eram totalmente dependentes do império inglês. Foi por isso, que os ingleses ficaram ao lado dos países da Tríplice Aliança, emprestando dinheiro e oferecendo apoio militar. Era interessante para a Inglaterra enfraquecer e eliminar um exemplo de sucesso e independência na América Latina.



Consequências



- A indústria paraguaia ficou arrasada após a guerra. O Paraguai nunca mais voltou a ser um país com um bom índice de desenvolvimento industrial e econômico, pelo contrário, passa até hoje por dificuldades políticas e econômicas.



- Cerca de 70% da população paraguaia morreu durante o conflito, sendo que a maioria dos mortos eram homens;



- Embora tenha saído vitorioso, o Brasil também teve grandes prejuízos financeiros com o conflito. Os elevados gastos da guerra foram custeados com empréstimos estrangeiros, fazendo com que aumentasse a dívida externa brasileira e a dependência de países ricos como, por exemplo, da Inglaterra;



- Com a guerra, o exército brasileiro ficou fortalecido no aspecto bélico, pois ganhou experiência e passou por um processo de modernização. Houve também um importante fortalecimento institucional. Do ponto de vista político, o exército também saiu fortalecido e passou a ser uma importante força no cenário político nacional.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Terremoto no Brasil

O terremoto de 7 graus na escala Richter registrado nesta quarta-feira perto de Pucallpa, no Peru, assustou moradores do Acre, que faz fronteira com o país. Na capital, Rio Branco, as aulas foram suspensas e o expediente interrompido na maioria das repartições públicas. Em municípios do Vale do Juruá, as pessoas deixaram suas casas e locais de trabalho ao sentirem o tremor. "Algumas pessoas ficaram desesperadas. A terra tremeu mesmo dessa vez, alguns móveis chegaram a cair no chão", disse Zacarias Menezes, morador de Cruzeiro do Sul, município localizado a 205 km de Pucallpa.



Como se medem os terremotos





"Eu estava conversando com um amigo de Rio Branco pelo telefone, quando rapidamente fiquei tonto. Desliguei o celular e quando tentei me segurar vi que estava tudo tremendo", afirmou Zacarias.



Na capital, funcionários públicos, trabalhadores de empresas privadas e estudantes abandonaram os prédios. No conjunto Manoel Julião, moradores ficaram assustados e saíram dos apartamentos às pressas. "Eu estava dormindo quando senti a cama tremendo. Olhei para a lâmpada e estava balançando também. Minha atitude foi sair correndo e deixar o prédio o mais rápido possível", disse a professora Maria das Graças.



No centro da cidade, onde está localizada a maioria dos prédios públicos, servidores das secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), da Assembleia Legislativa e da Secretaria da Fazenda, deixaram os prédios e ficaram nas calçadas. "Foi um desespero grande por parte de algumas pessoas. Muitas mulheres estavam chorando e assustadas. Tudo aconteceu muito rápido e a correria foi grande. Graças a Deus ninguém se machucou, mas ficamos assustados", afirmou o funcionário público Jesus Rodrigues.



O terremoto

O tremor com epicentro em perto de Pucallpa foi sendo sentido também no Equador. Em Lima, a capita peruana, prédios sacudiram e comunicações telefônicas foram interrompidas. Não há informações sobre vítimas.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Critica a educação brasileira

Má qualidade da educação 'freia' desenvolvimento do Brasil.







Revista britânica afirma que avanços do país na área da educação são 'vagarosos'.










Um artigo na edição mais recente da revista britânica The Economist traça um panorama da situação da educação no Brasil e afirma que a má qualidade das escolas, "talvez mais do que qualquer outra coisa", é o que "freia" o desenvolvimento do país. Citando os maus resultados do Brasil no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), realizado a cada três anos pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a revista afirma que, apesar dos grandes investimentos e progressos em setores como política e economia, em termos de educação, o país está "bem abaixo de muitos outros países em desenvolvimento".






A publicação compara a situação brasileira à da Coreia do Sul, que apresenta bons resultados no Pisa. "Até a década de 1970, a Coreia do Sul era praticamente tão próspera quanto o Brasil, mas, ajudada por seu sistema escolar superior, ela saltou à frente e agora tem uma renda per capita cerca de quatro vezes maior". Sindicatos Para a revista, entre os principais motivos para a má qualidade da educação no país está o fato de muitos professores faltarem por diversas vezes às aulas e os altos índices de repetência, que estimulam a evasão escolar. Na opinião da Economist, o governo precisa investir mais na educação básica. "Assim como a Índia, o Brasil gasta muito com suas universidades ao invés de (gastar) com a alfabetização de crianças".






A publicação afirma ainda que o Brasil precisa de professores mais qualificados. "Muitos têm três ou quatro empregos diferentes e reclamam que as condições (de trabalho) são intimidadoras e os pagamentos baixos". Afirmando que, apesar da situação, os governos de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva conseguiram avanços - embora vagarosos - no setor, a revista afirma que os sindicatos de professores "representam um grande obstáculo para melhorias". "Quase qualquer coisa que atrapalhe sua paz causa greves", afirma a publicação britânica, dizendo que o sindicato dos professores do Estado de São Paulo, por exemplo, se opôs "a uma proposta que obrigava os novos professores a fazerem testes para assegurar que são qualificados".






A Economist defende que a receita para melhorar a educação no país seria "continuar reformando o sistema escolar, enfrentar os sindicatos dos professores [????, ah tá!!] e gastar mais em educação básica". "A conquista do mundo - mesmo a amigável e sem confrontos que o Brasil busca - não virá para um país onde 45% dos chefes de famílias pobres têm menos de um ano de escolaridade"..

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Lendas do nosso folclore

Folclore é o conjunto das tradições culturais e artísticas de um povo, suas danças, cantos, festividades, artesanato, indumentárias etc.
  O termo folclore (folk-lore) foi empregado pela primeira vez pelo arqueólogo inglês G.J. Thomas, em 1846.
 
  Principais lendas do folclore brasileiro:

Boitatá
  É uma serpente de fogo, cobra-grande, jibóia. Este é o gênio que protege os campos contra quem os incendeia. No Sul, diz a tradição que ele mata animais, mas não os devora inteiros. Come apenas os olhos da carniça. Tanto olho já devorou que ficou cheio de luz. Seu corpo transformou-se numa bola de chamas - clarão vivo!

Boto-cor-de-rosa
  É um rapaz bonito, bem-vestido, galanteador, ótimo dançarino. Aparece à noite e encanta as moças, arrastando-as à beira do rio, onde as engravida.
  Antes do amanhecer, porém, vira boto e desaparece nas águas do rio Amazonas. Com o entardecer, tudo recomeça.

Curupira
  É um anão de pés às avessas, com dedos para trás e calcanhares para frente, protetor das árvores e dos animais, é ele quem assombra nas florestas, ao lado dos cães e porcos que são seus amigos inseparáveis. É um índio pequeno, ágil e de cabelo vermelho. Cuidado para não se perder na floresta por causa dele!

Iara
  Segundo a lenda, Iara é metade mulher, metade peixe, enfeitiça os homens com seu canto irresistível e os atrai para o fundo dos rios e lagos, onde vive.

Lenda do Milho
  A lenda conta como surgiu o milho, segundo os índios parecis. Um grande chefe da tribo, muito antigo, chamado Ainotarê, ao sentir a aproximação da morte, chamou o filho Kaleitoê, ordenando-lhe que o enterrasse no meio da roça.
  Avisou ainda que, três dias depois de enterrado, brotaria de sua cova uma nova planta que, pouco depois, daria sementes. Pediu que não as comessem, pois, plantando-as, a tribo ganharia um novo alimento. Foi o que a tribo fez, surgindo o milho.

Lobisomem
  O lobisomem é forte, decidido e feroz. Devorador de viajantes, lenhadores e descuidados, é capaz de esmigalhar montanhas a murros, beber rios e transportar florestas. Escondido nas alturas da serrania, torna-se invisível diante de quem o procura, mas deixa rastros de gigante por onde passa.

Mula-sem-cabeça
  Nas noites de sexta-feira, todo cuidado é pouco! Diz a lenda que toda mulher que seduz padres e compadres vira mula-sem-cabeça: que solta fogo pelo pescoço, assustando quem ouve seu galope e as correntes que arrasta atrás de si.

Negrinho do Pastoreio
   Diz uma lenda cristã que o negrinho não possui pecados, é um anjo bom. Vive à procura de objetos perdidos, pondo-os de jeito a serem encontrados por seus donos. Quem perder suas prendas no campo guarde esperança: junto de algum mourão ou sob os ramos das árvores, acenda uma vela para o negrinho e vá dizendo: "Foi por aí, foi por aí que eu perdi...". Se ele não achar, ninguém mais!

Saci-pererê
   Diz a lenda que não é raro ouvir suas gargalhadas perto dos brejos. Também pudera! Ele se diverte pregando sustos nos outros! Quando aparece, esse negrinho de uma perna só é inconfundível com seu cachimbo e seu gorrinho vermelho. Inofensivo, vive fazendo diabruras, dando nó em rabo de cavalo e assustando o gado no pasto.