Verdade liberta

Minha foto
"Um Poeta sonhador Um amante do Amor Um negro questionador Um eterno lutador" "Poesia é arte de viver Ser poeta é também crer Na verdade na história Na ilusão Sem demora"
Mostrando postagens com marcador espirito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espirito. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Querer morrer pode matar

No livro "Obreiros da Vida Eterna", cap. XIV, Fabriciano contou para André Luiz a história de uma jovem e respeitável senhora, atuante no campo da benemerência social, que deparou-se com pequenas brigas com o esposo, e tendo conhecimento da imortalidade da vida além do sepulcro, desejou ardentemente morrer. Todas as leviandades do marido bastaram para que maldissesse o mundo e a Humanidade. Não soube quebrar a concha do personalismo inferior e colocar-se a caminho da vida maior. Pela cólera, pela intemperança mental, criou a idéia fixa de libertar-se do corpo de qualquer maneira, sem utilizar o suicídio direto. Não dava ouvidos aos conselhos e advertências fraternas dos amigos espirituais a que se uniu pelo trabalho de caridade. E tanto pediu a morte, insistindo por ela, entre a mágoa e a irritação persistentes, que veio a desencarnar em manifestação de icterícia complicada com simples surto gripal. Tratava-se de verdadeiro suicídio inconsciente, mas a senhora, no fundo, era extraordinariamente caridosa e ingênua. Apesar disso, não foi concedido qualquer autorização para que ela recebesse descanso e muito menos auxílio especial em sua desencarnação. Mas, o diretor da comissão de serviço, a que ela se afiliou, recolheu-a, por compaixão, já que não achou aconselhável entregá-la a própria sorte, em face das virtudes potenciais de que era portadora. Apesar de eficiente intercessão em benefício da infeliz, somente puderam afastá-la das vísceras cadavéricas, em condições impressionantes e tristes.

Para finalizar, Fabriciano explicou:

- Não fritufica a paz legítima sem a semeadura necessária. Alguém para gozar o descanso, precisa, antes de tudo, merecê-lo. As almas inquietas entregam-se facilmente ao desespero, gerando causas de sofrimento cruel.







OBSERVAÇÃO: Nesta história podemos tirar quatro advertências: 1ª) Há um suicídio lento e silencioso, que chamamos de SUICÍDIO INDIRETO OU INCONSCIENTE. Este é o que mais mata. Este tipo de suicídio acontece quando aniquilamos lentamente nosso corpo físico com vários tipos de abusos; 2º) O sofrimento da suicida após a desencarnação só foi amenizado graças a caridade que estendeu quando estava encarnada; 3º) Tomemos cuidado com nossos pensamentos. Diz o espírito Scheilla: "A saúde do corpo, muitas vezes, começa no pensamento sadio. Não dê guarida a mágoas e rancores. Entregue ao tempo toda ofensa. Se você já é capaz de escolher o alimento de que seu corpo necessita, também pode selecionar os pensamentos que nutrem seu espírito." ; 4º) Allan Kardec no livro "O Evangelho segundo o Espiritismo" , capítulo V, diz que: "A calma e a resignação adquiridas na maneira de encarar a vida terrena, e a fé no futuro, dão ao Espírito uma serenidade que é o melhor preservativo da loucura e do suicídio (...)" E Joanna de Ângelis completa dizendo: "Espera pelo amanhã, quando o teu dia se te apresente sombrio e apavorante. Se te parecerem insuportáveis as dores, lembra-te de Jesus, ora, aguarda e confia."

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Emmanuel foi Manuél da Nóbrega

A última encarnação de Emmanuel, segundo informes do Plano Espiritual, se deu como o padre Manuel da Nóbrega (1517-1570), quando fundou a aldeia de Piratininga e o Colégio de São Paulo, dando origem à cidade de São Paulo.

Emmanuel revelou ter sido o padre Manoel da Nóbrega numa sessão realizada em 1949. Partes da mensagem psicografada diziam: "O trabalho de cristianização, irradiado sob novos aspectos do Brasil, não é novidade para nós ... Nos azares e aventuras da terra dadivosa que parecia sem fim, aceitei a sotaina, de novo, e por Padre Nóbrega conheci de perto as angústias dos simples e as aflições dos degredados. Intentava o sacrifício pessoal para esquecer o fastígio mundano e o desencanto de mim mesmo, todavia, quis o senhor que, desde então, o serviço americano e, muito particularmente, o serviço ao Brasil não me saísse do coração. A tarefa evangelizadora continua. A permuta de nomes não importa. Desde que conheçamos a governança e a tutela de Cristo, o nome de quem ensina ou de quem faz não altera o programa.”

Reencarnado na vila portuguesa de Sanfins, em 1517, o padre ficou conhecido como "o primeiro apóstolo do Brasil", para onde veio em 1549. Ele desencarnou em 1570, 16 anos após a fundação de nossa cidade.



No Anuário Espírita de 1974, no qual consta uma reportagem acerca do título de cidadão honorário recebido pelo médium Chico Xavier (1910-2002) em São Paulo, em 19/05/ 1973. Na ocasião, Chico Xavier esclareceu sobre a fundação da cidade ocorrida em 29/08/1553: o eminente Padre Manoel da Nóbrega, fundador de São Paulo, considerada presentemente a cidade mais importante do Hemisfério Sul, foi visitado pelo Apóstolo São Paulo, que lhe apareceu nimbado de intensa luz. Redivivo, o amigo da gentilidade apontou-lhe as Campinas circunjacentes e lhe pediu fundasse, no Planalto Piratiningano, uma cidade, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que se estabelecesse sobre as quatro colunas básicas do Cristianismo: amor e fé, trabalho e instrução. Então, sem dúvida alguma, Paulo de. Tarso (séc. I), o apóstolo dos gentios e uma das principais figuras da divulgação do Evangelho no mundo, em Espírito tem participado do desenvolvimento de São Paulo.



A propósito, o historiador paulista Tito Lívio Ferreira certa vez perguntou: "Por que teria Padre Manoel da Nóbrega escolhido esse dia para fundar a cidade de São Paulo dentro de uma Escola, fato ímpar na História do Mundo?" Porque 25 de Janeiro é o dia da Conversão do Apóstolo São Paulo. Nesse caso, vemos que foi decisão de Nóbrega homenagear Paulo de Tarso, deliberadamente.



E hoje, segundo Nena Galves (amiga de Chico Xavier), Emmanuel está encarnado. Ele encarnou alguns anos antes da desencarnação de Chico Xavier. E este acompanhou a reencarnação de Emmanuel assim como acompanhou a reencarnação de sua mãe, Maria João de Deus. E Sonia Barsante, residente em Uberaba, MG, e freqüentadora do Grupo Espírita da Prece de Chico Xavier, também testemunha que em determinado dia no ano de 2000 Chico Xavier ausentou-se por alguns momentos em transe mediúnico. Ao retornar disse-lhe com alegria que fora em desdobramento espiritual até uma cidade do Estado de São Paulo para visitar um bebê que seria o espírito de Emmanuel já reencarnado. Terminou dizendo-lhe e aos demais que lá estavam presentes: “Vocês ainda vão reconhecê-lo!”



OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Para nós do Grupo Allan Kardec não importa postar um texto que atraia apenas uma curiosidade vazia. Mas, importa tirarmos lições como, neste caso, mostrarmos a veracidade da reencarnação e a confirmação da questão 95 do O Livro dos Espíritos onde os Espíritos disseram à Allan Kardec que o desencarnado pode ficar visível e até palpável aos encarnados na forma que lhe convém usando o envoltório semimaterial chamado perispírito. No caso de Emmanuel ele não se apresentou com a forma de sua última encarnação (Manuel da Nobrega), mas sim da encarnação que lhe marcou mais que foi como o senador Públio Lentulus, que viveu na época de Jesus, confirmada no livro "Há 2000 mil anos". Além de confirmar a vinda de Espíritos de grande evolução na fase de transição planetária para ajudar na evolução do planeta.